I Festival Internacional Cartonera: uma crônica pernambucana

por: Chayenne Mubarack

Entre os dias 1 e 23 de setembro, teve lugar em Garanhuns, Lagoa dos Gatos, Goiana, Recife e São Paulo o I Festival Internacional Cartonera, organizado pela produtora Nós Pós. Durante esse período, realizaram-se diversas atividades relacionadas ao mundo cartonero, entre as quais podemos mencionar bate-papos, recitais, shows, palestras, oficinas e contações de histórias. Abordaram-se temas como o mundo editorial, as publicações independentes, o cartonerismo e a inclusão social, e as publicações alternativas como espaço para construção da memória de um grupo social. A abundância de cidades pernambucanas na realização do Festival se justifica pela constituição de Pernambuco como estado com destaque de ações cartoneras, as quais buscam, em última instância, um equilíbrio entre um mercado editorial destoante do cenário sociocultural do estado.

Imagem de divulgação do evento. Fonte: Facebook | Nós Pós.

A Malha Fina Cartonera participou ativamente desse Festival. Inicialmente, no dia 17 de setembro, ministramos uma oficina cartonera na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH/USP). A atividade alcançou lotação máxima. Professores, educadores, oficineros e os demais interessados no mundo da publicação com o papelão conheceram um pouco de nossa trajetória enquanto selo editorial universitário e também aprenderam na prática como confeccionar um livro cartonero. Durante a tarde do dia 17, confeccionamos exemplares do livro Ficções, de Bernardo Carvalho, e Todo o silêncio, do português José Luis Peixoto. Os participantes aprenderam todas as etapas do processo, desde o corte do papelão, a costura do miolo, a pintura das capas até a impressão dos títulos.

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Alguns dos participantes da oficina na USP.

Posteriormente, entre os dias 21 e 23 de setembro, participamos de várias atividades em Recife. No dia 21, ministramos uma oficina cartonera na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O objetivo da atividade, além da confecção dos livros em si, foi conversar sobre a criação de um selo editorial dentro da universidade. Apresentamos detalhadamente nossa trajetória, dialogando acerca das dificuldades e das particularidades que o ambiente universitário nos proporciona. Mencionamos, por exemplo, a dificuldade na conquista por um espaço físico dentro do prédio da Faculdade de Letras, os desafios inerentes à questão financeira, nosso funcionamento por um sistema de autogestão. Também discorremos sobre a elaboração de nosso catálogo editorial e sobre a independência com que o construímos. A Nós Pós Produtora, em parceria com a editora da Universidade Federal de Pernambuco, visam à criação de um selo editorial dentro da universidade, o qual se aproximará bastante do trabalho que a Malha Fina desenvolve dentro da USP. Por isso, ao tratar da implementação cartonera na universidade, nossa oficina serviu como um pequeno guia para que os alunos da UFPE consigam iniciar os trabalhos por lá, tal como temos cruzado pesquisa, cultura e extensão por aqui.

Oficina realizada na UFPE.

Ainda no dia 21, no período noturno, o Edifício Texas recebeu a abertura da programação oficial do Festival. Primeiramente, Patrícia Cruz Lima, designer editorial, mediou uma conversa entre a artista Anna Nova e Ademir Demarchi, da Sereia Ca(n)tadora. O tema era o cartonerismo e as novas soluções editoriais. Ambos comentaram as relações que estabelecem com o mundo cartonero. Se, por um lado, Anna Nova desenvolve uma relação estética com o livro enquanto objeto, Ademir Demarchi visa levar o livro para espaços nos quais ele não é abundante. Somado a isso, Ademir desenvolve um trabalho editorial individual em Santos, através da Sereia Ca(n)tadora e, por isso, não se detém tanto em questões estéticas dos livros que publica por seu selo. Após essa conversa, Washington Curcurto, da Eloísa Cartonera, ministrou uma palestra intitulada “Origens do Movimento Cartonero”, na qual contou um pouco sobre o porquê da criação do formato cartonero e de sua relação com o movimento.

No sábado, 22 de setembro, iniciou-se a programação oficial do Festival. As atividades se situaram no Paço Alfândega. Durante o sábado e o domingo, das 15h às 19h, o Paço recebeu uma Feira Cartonera Internacional, na qual diversas editoras venderam seus livros. Questionado sobre o porquê da realização da feira em um shopping, Alexandre Melo, coordenador geral e curador do evento, comentou que, apesar de ter a opção de realizar a feira em espaços considerados alternativos ao mercado, preferiu o shopping justamente para colocar a produção cartonera em contraste com o universo mercadológico, além de atingir um público mais amplo e não tão específico quanto o que costuma frequentar uma feira de livros independentes. Os selos editoriais que participaram dessa feira foram: Comissão Cartonera (Recife, PE), Universo Cartonero (Igarassu, PE), Coletivo Pajeú Cartonero (Afogados da Ingazeira, PE), Eloísa Cartonera (Argentina), Olga Cartonera (Chile), Cosette Cartonera (França), Malha Fina Cartonera (São Paulo), Cartonera Sereia Ca(n)tadora (Santos, SP), Cartonera do Mar (Olinda, PE), Castanha Mecânica (Recife, PE), Coletivo Tear (Garanhuns, PE), Lara Cartonera (Belo Jardim, PE), Maracajá Cartonera (Lagoa dos Gatos, PE), MOPI – Mostra de Publicações Independentes (selos editoriais da MOPI: Porta Aberta – Goiana, PE; Bendito Ofício – Recife, PE; Cérbero Editora – Jaboatão dos Guararapes, PE; Livrinho de Papel Finíssimo – Olinda, PE; Titvillus Editora – Recife, PE).

Feira Cartonera Internacional. Foto: Rodrigo Ramos.

Somado à feira, também ocorreram conversas e shows no Paço Alfândega ao longo dos dias 22 e 23. Os temas abordados variaram entre soluções mercadológicas para as publicações independentes, a gestão de uma editora cartonera e depoimentos de autores como Sidney Rocha e Bruno Liberal, publicados em formato cartonero. O tema transversal a todos os bate-papos foi o mundo das publicações independentes e a possibilidade de fazer dele um negócio.

Sobre esse aspecto, vale a pena recuperar parte do argumento desenvolvido por Alicia Cuerva durante sua fala na conversa intitulada “Movimento Cartonero como negócio na América Latina?”. Alicia é francesa, ilustradora e escritora da Cosette Cartonera. Ela realizou uma longa viagem pela América Latina com o intuito de conhecer mais sobre o mundo cartonero em seu continente de origem. Em sua fala, estabeleceu um interessante contraponto entre as possibilidades desse universo na América Latina e na Europa. Alicia mencionou a impressão de que na América Latina, mais especificamente no Brasil, ganhar dinheiro com o mundo cartonero é visto como pecado. Talvez por lidar com modos de produção alternativos ao mercado editorial, o mundo das publicações independentes é lido pelo público como algo que deve ser gratuito, que não pode ser comercializado. Na França, por exemplo, esse questionamento por parte do público é inviável, pois sua cartonera deve pagar uma taxa ao governo francês com o intuito de obter uma permissão de atuação. Grande parte das editoras presentes concordaram com esse argumento. Por mais que houvesse selos com distintos objetivos, todos estavam de acordo com a dificuldade de recepção do público no que se refere à venda de produtos. Alguns selos, como a Eloísa Cartonera, são a única fonte de renda dos que lá trabalham. Outros, como a Sereia Ca(n)tadora e a Olga Cartonera, não possuem fins lucrativos. Por fim, ainda haviam selos como a própria Malha Fina, que precisam do dinheiro da venda para se autossustentarem e continuarem publicando. Entretanto, todos pareciam de acordo com a dificuldade na comercialização, pelos mais distintos motivos.

Para retratar essa dificuldade, conto um episódio que ocorreu durante o último dia da feira. Após todas as conversas versando sobre a questão mercadológica, um cliente se aproximou da mesa da Malha Fina e perguntou o preço de um de nossos livros. Eu respondi que custava R$15,00. Inconformado, o cliente me disse que o preço lhe pareceu extremamente alto e que não sabia que a inflação já tinha chegado nas editoras cartoneras. Calmamente, eu expliquei que por mais que as capas sejam de papelão (optei por não mencionar os gastos com tinta, papel, cola e tudo o mais na confecção das capas), desenvolvemos um trabalho minucioso com o livro, o qual conta, por exemplo, com um projeto de diagramação muito elaborado. Também acrescentei que R$15,00 é um valor baixo para um livro, se compararmos com o valor de um livro de uma editora “consagrada”. Inconformado, o cliente se retirou sem comprar o livro. A impressão que tive, compartilhada por alguns colegas de feira que presenciaram o episódio e contaram relatos semelhantes, é que o público não se importa em pagar valores elevados por livros de editoras inseridas no mercado. Entretanto, ao se deparar com um objeto artístico, um livro feito com materiais diferentes, um processo de confecção alternativo, se recusa a pagar por ele. Retomando o argumento de Alicia, é como se cobrar por um livro cartonero fosse um pecado, um erro. Isso demonstra o desafio e o longo trabalho que as editoras cartoneras tem a fazer para alcançar um público diferente daquele que frequenta feiras independentes.

Com exceção de poucos episódios como o descrito acima, o público em geral foi muito receptivo conosco. Demonstraram interesse por nossos produtos, se interessaram pela história deles e compraram bastante. A estratégia de inserir a feira em um espaço “para compras” foi bem sucedida, já que alcançou pessoas que não teriam acesso ao evento caso este fosse realizado em um espaço alternativo. Um reflexo disso foi a presença de público em todas as mesas realizadas no Paço Alfândega.

A Malha Fina Cartonera participou da conversa intitulada “A dinâmica das editoras no envolvimento comunitário e a relação com a cidade”, com a participação do artista Philippe Wollney e mediação de Patrícia Vasconcelos. O contraste entre os dois participantes da conversa tornou-a muito enriquecedora. Por um lado, apresentamos nosso trabalho desenvolvido no seio de uma grande metrópole e, ainda mais, dentro de uma grande e renomada universidade. Também pontuamos as oficinas que ministramos em escolas públicas – estaduais e municipais – e em jornadas de formação de professores promovidas pela Secretaria de Educação. Nosso grande desafio no que tange ao mundo da educação seria “em uma cidade onde todos tem acesso a tanta coisa e tanto material, como tornar o livro novamente interessante para os alunos?”. A resposta seria convertê-lo em um objeto e aproximá-lo, dessa forma, da realidade do estudante. No outro extremo, temos o trabalho desenvolvido por Philippe Wollney na zona da mata pernambucana. O cenário é totalmente distinto. Lá, faltam livros, faltam materiais e falta estímulo para que as pessoas escrevam. Por isso, Wollney publica autores locais, incitando que eles produzam. Publicando os locais, coloca livros em circulação e incentiva a leitura e a escrita. A relação com a educação também está presente. Todavia, ela se dá por um viés distinto.

Conversa “A dinâmica das editoras no envolvimento comunitário e a relação com a cidade”. Foto: Rodrigo Ramos.

Esse tipo de troca permeou todo o evento, tornando-o muito enriquecedor para os participantes. Discussões que tangem distintas possibilidades para o cartonerismo e as diferentes relações que ele estabelece com o meio em que se localiza ampliaram os horizontes de todos os participantes. Para coroar o evento, a Nós Pós Produtora abriu uma chamada para a elaboração de uma antologia cartonera. Entre os dias 1 e 7 de setembro, autores puderam enviar o material para publicação de uma antologia, a qual foi lançada no dia 23. A coordenação editorial esteve a cargo de Philippe Wollney, quem selecionou os textos que compuseram a antologia junto com Alexandre Melo e Hudson Wlamir.

Capa da Antologia Literária. Fonte: Instagram | Nós Pós.

Agradecemos imensamente a todos da Nós Pós Produtora pela recepção em Recife e pela organização detalhada do Festival. O Internacional Cartonera ainda produzirá frutos, como a escrita de um Manifesto Cartonero, conforme proposto por Sidney Rocha. Esperamos que esses espaços de resistência e de fortalecimento se tornem mais comuns em nossos cotidianos cartoneros e que possamos nos unir cada vez mais dentro de nossas diferenças e particularidades.

Participantes do Internacional Cartonera. Foto: Rodrigo Ramos.

Todas as fotos do evento estão disponíveis no Flickr: https://www.flickr.com/photos/164733463@N04/with/44861406742/.

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Setembro que ecoa em outubro: a Malha Fina na Unifesp

por: Caroline Costa Pereira

É verdade que o tema desse texto carrega em si um bocado de atraso, mas o fato é que o mês de setembro foi bastante intenso e narrar tudo de uma vez requereria um baita fôlego! Portanto, aos poucos vamos atualizando tudo o que ocorreu no mês que se passou. Talvez esse seja um pedido de desculpas pela demora em publicar um agradecimento e contar a vocês como foi nossa passagem pela Unifesp.

De 12 a 14 de setembro, a Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade Federal de São Paulo (EFLCH/Unifesp) realizou a 8ª Feira de Livros Unifesp e a 4ª Semana de Artes Unifesp. As atividades foram diversas, havia barracas de livros sendo vendidos por todo o campus, além de palestras e laboratórios de escrita. Dentre as atividades, houve um mini sarau de poesias, organizado e promovido pela Comissão Organizadora da Feira. Fomos convidados pela Profª Paloma Vidal e compusemos uma mesa “Livros artesanais – apresentação e exposição Editora Malha Fina Cartonera e mini sarau de poesias” no dia 13 de setembro.

O clima foi bem intimista, tendo em vista que o campus da EFLCH não é muito grande e o evento ocorreu no intervalo entre aulas. A mesa era composta por nós da Malha Fina – representados por Pacelli Dias e Caroline Costa – e pelo coletivo Nossas Mãos, de Joebson Santos, sendo mediada pela Profª Paloma Vidal – a qual representava o Lapes. Além de apresentarmos os nossos projetos, discutimos sobre a importância de difundir a literatura através de meios de publicação independentes, que fujam do nicho mercadológico, mas que nem por isso sejam menos relevantes, sérios ou representativos. Além disso, também comentamos sobre como pequenas editoras como a nossa e a Nossas mãos – que produzem livros tendo como suporte o xerox – podem dar voz e vez aos dissidentes, àqueles que as grandes editoras, por motivos de mercado, não querem ou não podem publicar.

Para concluir, gostaríamos de agradecer o convite à Profª Paloma Vidal, que é sempre uma pessoa linda, cheia de carinho e atenção e nos recebeu muitíssimo bem, assim como seus alunos João Pedro Cerdeira e Mayra Guanaes. A Profª Paloma Vidal desenvolve um projeto chamado Lapes – Laboratório de Práticas de Escrita, que visa “reunir no Campus Guarulhos da Unifesp, interessados em escrita, entendida como uma prática ao mesmo tempo social e subjetiva”.

Além disso, nos encantou a possibilidade de trocar e nos conectar com outras pessoas e coletivos que buscam o mesmo que nós: disseminar a arte e cultura com produções que margeiam o mercado de consumo e as grandes editoras. Acredito que é sempre um grande estímulo ampliarmos nossos horizontes. Muitíssimo obrigada pelo convite e por essa oportunidade engrandecedora!

Besitos de cartón!

 

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Malha Fina na Feira SUB 2018

por: Mariana Costa Mendes e Samanta Esteves

No final de semana passado, dia 15 de setembro, um sábado, a Malha Fina esteve presente na Feira SUB 2018, que começou às 11h e foi até às 21h na Biblioteca Municipal Professor Ernesto Manoel Zink em Campinas/SP. A Feira SUB é uma feira anual de arte impressa e publicações independentes, ou seja, com foco na produção que circula fora do meio editorial tradicional, com conceito artesanal, de baixa tiragem e alto valor artístico, o que inclui: livros de artista, ilustrações, xilogravuras, pôsteres, fotografias, fotolivros, livros, zines, revistas e uma infinidade de outros produtos impressos. É um evento gratuito para público e para os expositores. Movimentada, a 3ª edição da feira contou também com a presença de diversas editoras independentes (todas estão mencionadas no final do post).

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A feira de arte impressa e publicações independentes é o principal evento da programação da SUB. Entretanto, a programação paralela da feira teve início no dia 08 de agosto com a exposição Narrativas Deslocadas e se encerrará no dia 28 de setembro com a exposição Largofolhas Xilogravuras pela Cidade, que contou com uma oficina na abertura da exposição no dia 11 de setembro. Além destas, também está em curso a exposição Acervo de Publicações Independentes da Feira SUB e a arte xerox Cardume Urbano no Instituto de Artes da Unicamp até amanhã, 25 de setembro. O Sesc Campinas também recebeu alguns eventos paralelos da SUB, como o documentário Impressão Minha – que foi exibido no dia 12 de setembro e contou com um bate-papo com os diretores Daniel Salaroli, Gabriela Leite e João Rabelo –, além de uma oficina de estêncil e produção gráfica que ocorreu nos dias 13 e 20 de setembro.

Já no sábado, 15 de setembro, enquanto rolava a Feira SUB, também aconteceu a Exposição dos Trabalhos da Residência SUB em parceira com o Coletivo Contracouchê, além da Mesa Coletiva Pemba Press e do Colante: laboratório torpe de malcriações gráficas, mesa de produção e troca de stickers. Por fim, teve um bate-papo com Ricardo Lísias, autor de Inquérito Policial da Família Tobias (Lote 42, 2016).

Ao lado de diversos outros selos editoriais, a banca da Malha Fina apresentou sua coleção de livros cartoneros, feitos com capas de papelão, marcado presença mais uma vez na feira assim como em 2017. Quanto ao nosso fazer cartonero, para quem não sabe, o nome do selo advém do espanhol cartón que significa “papelão”, sendo cartonero o “catador de papelão”.

Muitas pessoas passaram pela feira e bateram um papo com a gente. Dentre estas pessoas, gostaríamos de destacar Iara Carvalho, que gostou tanto das edições cartoneras que até compareceu na segunda-feira (17) em nossa oficina cartonera como parte da programação da Internacional Cartonera… mas a oficina é assunto para um próximo post, rs! Iara, ficamos felizes com o seu entusiasmo para com os livros/fazer cartonero(s) e esperamos que esta arte continue a se espalhar por aí! 🙂

 

Para finalizar, agradecemos ao The MIX Bazar, organizador do evento, pela oportunidade de estarmos na Feira SUB 2018 e à Biblioteca Municipal Professor Ernesto Manoel Zink pela recepção no local. Abaixo mencionamos as páginas de todos(as) editores(as) presentes na Feira SUB 2018¹. Esperamos continuar a participar das próximas edições a fim de divulgar o movimento cartonero por meio de nosso selo editorial. Até a próxima!

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Obs.: Todas as fotos da feira podem ser acessadas na página da Feira SUB: https://www.facebook.com/pg/feirasub/photos/?tab=album&album_id=722658791417991


Arte impressa: Aline Shinzato, Aline Zouvi, Anaiaiá, Ana Francotti, Astronave de Papel, BESOURA, Cabaré Subterrâneo, Caio Mascarello, Carriero Art, Conspire Edições, Coticoá, Dronedronedrone, Edições Breu, Flora Próspero, Fotolab Linaibah, Grafatório, gráficafábrica, Gusta Vicentini – Gustando, Helena Ariano, ITEM72ForCollectors, KAMIKAZE_Publicações, La Tosca, Matheus Hofstatter, Móri Zines, Phonte88, Underground do underground, Sara Sallum, Sete Martes, Studio Treze, Tais F. Bêrtollim e Mayara Polizer, telma melo, Tihana, Valéria Menezes, Vanessa Pens, Xilomóvel Ateliê Itinerante e Zebra Amarela
Editoras independentes: 2 no Telhado (Peter O Sagae), Borogodó Editora, Cultura e Barbárie Editora, Dublinense / Não Editora, Edições Barbatana, Edições Jabuticaba, Editora Cobogó, Editora Incompleta, Lamparina Luminosa, Editora Urutau, Lote 42, Malha Fina Cartonera, Oficina do Prelo, ÔZé Editora, Poupée Rouge, Tremeterra, Ubu Editora e Zarabatana Books
Híbrido: Atelier Daniela Galanti, Experimentos Impressos, quaseditora e Edições de Zaster + Rart Rixers
Infelizmente, não conseguimos localizar a página dessas pessoas, mas elas também estavam na Feira SUB 2018: Ágatha, Ariane Ventos, Chorona, Coletivo Algor, Coletivo BICUDA, .entre .edições – Mariana Meloni, Galo, Lívia Zafanelli, LUZE PRINTS, Raphael Araújo, UDU, selo doburro e Sofia Britto.
¹ Categorizamos por: arte impressa, editoras independentes e híbridas. Caso você seja representante de alguma dessas editoras e acredita que fizemos a classificação de forma errônea, por favor, nos mande uma mensagem que iremos corrigir 🙂